Prémio de Melhor Museu de 2019 atribuído ao Museu Bienal de Cerveira

“Uma distinção que reconhece e premeia o enorme trabalho realizado pela Fundação Bienal de Arte de Cerveira em prol da cultura e das artes”. Foi desta forma que o presidente da Fundação Bienal de Arte de Cerveira e da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, reagiu à atribuição do Prémio de Melhor Museu do Ano ao Museu Bienal de Cerveira, uma distinção que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A cerimónia de entrega dos prémios foi promovida pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM) e decorreu, na passada sexta-feira, no Auditório do Teatro Miguel Franco, em Leiria.

 

Anualmente, a Associação Portuguesa de Museologia premeia agentes e instituições de museologia cujo trabalho se distingue, com o objetivo de incentivar e gratificar a criatividade dos museólogos portugueses, reconhecendo o seu contributo e dando visibilidade ao que de melhor se faz neste âmbito no país.

Na edição de 2019, entre 200 candidaturas, o prémio de “Melhor Museu de 2019” foi atribuído ao Museu Bienal de Cerveira que, segundo o presidente, “vem valorizar o vasto e valioso acervo museológico existente e corroborar a aposta da FBAC na descentralização artística e cultural por várias cidades do nosso país, assim como potencia ainda mais a internacionalização realizada nos últimos anos”.

Fernando Nogueira sublinha que as comemorações do 40º aniversário da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, assinalado em 2018, “dão aso a que estas manifestações oficiais representem um maior peso e uma satisfação acrescida, porque em Vila Nova de Cerveira faz-se muito em prol das artes e da cultura, mas com muito pouco. Esta distinção reconhece e premeia o enorme trabalho realizado pela Fundação Bienal de Arte de Cerveira em prol da cultura e das artes, ao longo de 40 anos”.

“Hoje distinguem-se também, os artistas, os decisores, os entusiastas e, em particular, os impulsionadores desta que é uma das manifestações artísticas mais marcantes do país, os sócios fundadores da Fundação Bienal de Arte de Cerveira: Jaime Isidoro, José Rodrigues e Henrique Silva”, acrescentou Fernando Nogueira.

Elogiando e agradecendo o trabalho da “pequena equipa” da FBAC que “torna possível” o reconhecimento hoje atribuído pela APOM e, “aos patrocinadores, sem os quais a Bienal não teria chegado onde chegou”, Fernando Nogueira reitera a “excelente notícia e a enorme satisfação para Cerveira, para os Cerveirenses, e para Portugal”, deixando a garantia de que “ter ainda mais força e estímulo para continuar a trabalhar mais e melhor nesta e noutras áreas”.

Com início em 1978, a Bienal Internacional de Arte de Cerveira é a mais antiga da península Ibérica em atividade, e dispõe de um museu da bienal com um espólio de mais de 600 peças.

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